Só falta você!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Subestimando E Superestimando



Existem limites para todas as coisas. Muitas vezes estes limites são ultrapassados pelas pessoas uma em relação à outra.

Tanto para baixo ou para cima, de certo devemos nos manter nessa linha tênue. Se falarmos por baixo, pela subestimação, significa que não estamos dando o devido valor à algo, ou seja, isto é muito ruim, pois temos de "respeitar" as pessoas, está aí uma coisa que infelizmente dá pra se ver com frequência, indivíduos subestimando uns aos outros pelos motivos mais ridiculamente preconceituosos. Tais como: A origem da pessoa, características físicas e etc. Subestimar é julgar, e julgar sem ter conhecimento é INJUSTO! Não se esqueça que enquanto você julga alguém estará te julgando, é como aquela história que geralmente ocorre em grupos de difamadores em que dizem coisas do tipo: "Como fulano é idiota, deve fazer tudo errado..." E se acabam em risos. Da mesma forma que devemos identificar e logo nos afastar destes grupos, sem "cooperar" com covardes comentários e/ou gargalhadas, devemos também nos afastar da subestimação, afinal ela é repugnante.

Superestimar também ocorre muito, a ressalva de que ninguém é perfeito por si só, já deveria ser suficiente para perceber que não é sensato sair por aí enaltecendo pessoas que nem se quer conhecemos, sejamos mais cuidadosos com isto, não confunda admiração com superestimação, se um sujeito merece realmente admiração, pois então o admire! Não o superestime, como ocorre com frequência na mídia! Ou então você no futuro se decepcionará muito.

2 comentários:

  1. Olá Anselmo,

    Mais uma vez você escolhe um tema muito interessante. Seu post focaliza uma das grandes deficiências destes seres autodenominados racionais: a incapacidade de avaliar corretamente. E o pior é que, ignorando tal incapacidade, saímos por aí avaliando tudo e todos sem o devido conhecimento daquilo e daqueles que avaliamos. Daí, o resultado não poderia ser diferente daquele que você mostra em seu post. Subestimamos uns, superestimamos outros, somos injustos e prejudicamos a todos.

    Seu post focaliza a avaliação que fazemos sobre outras pessoas, mas o tema pode ser bem mais abrangente. Subestimar e superestimar também são práticas habituais em relação a nossa própria capacidade e as consequências de nossas ações. Algumas pessoas acham que não são capazes de nada e outras que são capazes de tudo; e ambas estão equivocadas.

    Quanto à avaliação das consequências de nossas ações quero dizer o seguinte. Costumamos subestimar os prejuízos que elas podem causar e superestimar os benefícios que podem proporcionar. E mais uma vez estamos errados em ambos os casos.

    Saber avaliar é uma das grandes deficiências humanas e, obviamente, uma das coisas que mais precisamos aprender. E como começo de aprendizado, talvez nos seja útil conhecer a Prece da Serenidade, atribuída a Reinhold Niebuhr:

    “Dê-me Senhor...
    Serenidade para aceitar o que não pode ser mudado;
    Coragem para mudar o que deve ser mudado;
    Sabedoria para distinguir uma coisa da outra.”

    Sabedoria para não subestimar o que não pode ser mudado e para não superestimar o que deve ser mudado.

    Abraços,
    Guedes

    ResponderExcluir
  2. Olá Anselmo,

    Faltou falar sobre outro caso em que as pessoas subestimam ou superestimam: é ao avaliar a dificuldade de tarefas a realizar. Se as subestimam colocam pessoas e / ou recursos insuficientes para realizá-las. Se as superestimam colocam demais. E nos dois casos surgirão problemas. De imediato, o excesso causa desperdício. A insuficiência, e por incrível que pareça também o excesso, geram trabalhos malfeitos e terminados com atraso. Ao colocar mais pessoas do que o necessário para realizar uma determinada tarefa, umas atrapalharão as outras e o resultado será um trabalho malfeito e terminado com atraso. Para tudo na vida existe uma medida ideal e é na busca desta medida que devemos nos empenhar.

    Abraços,
    Guedes

    ResponderExcluir

Não sou o "dono da verdade", portanto, estarei sempre disposto a ouvi-lo(a)...