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domingo, 11 de setembro de 2011

Os Mortos Vivos




Figuras como os "mortos vivos" estão vivas, pelo menos estão presentes no cinema. Mas se voltarmos para nossa realidade, também é possível encontrar pessoas "literalmente vivas" que estão mortas.


Pois é, pode soar um pouco estranho, mas infelizmente isso existe. Pessoas que disponibilizam de vida, ou seja, seu coração bate, seu sangue circula, tem seu cérebro ativo a todo momento, com isso pode movimentar-se e fazer o que bem entender, porém de nada adianta ter todos os sinais vitais e não poder SENTIR as coisas, é como um morto vivo que pode movimentar-se à vontade, mas que não possui sentimentos. Então para saber de verdade o que é viver, nós temos de sentir emoções, é como dizem: "viver intensamente". 


Cada minuto de vida deve ser considerado importante, deve ser vivido como se fosse o último. Todos nós, independente da vida que levamos podemos escolher por adicionar o máximo de emoções fortes, e tem de ser assim, intenso à ponto de ser capaz de sentir.


As emoções funcionam em nosso organismo de tal forma, que até pode ser comparada à um combustível que nos alimenta e nos mantém realmente vivos.


Então, estar vivo é isso! É sentir emoções, buscar por essas emoções a cada oportunidade que podem surgir a cada minuto, isso nos faz sentir presente no mundo. Todavia, ainda existe as pessoas que não sentem nada e não buscam por nada, e ainda acham que estão vivas. Não seja uma dessas pessoas, viva de verdade!

Um comentário:

  1. Olá Anselmo,

    Ao ler o seu post, imediatamente, veio à minha lembrança o seguinte trecho do livro When Society Becomes an Addict, de Anne Wilson Schaef.

    “O elemento mais bem-ajustado da nossa sociedade é a pessoa que não está morta nem viva, apenas entorpecida, enfim um morto-vivo, um zumbi. Quando morta, ela não é capaz de fazer o trabalho da sociedade. Quando plenamente viva, está sempre dizendo Não a muitos dos processos da sociedade, ao racismo, à poluição ambiental, à ameaça nuclear, à corrida armamentista, recusando-se a beber água contaminada e a comer alimentos cancerígenos. Por isso, a sociedade tem o maior interesse em estimular aquelas coisas que tiram o nosso vigor, que nos mantêm ocupados com nossos dilemas e nos conservam ligeiramente entorpecidos e semelhantes a zumbis. Desse modo, nossa moderna sociedade de consumo funciona, ela própria, como um viciado.”

    Não, não é apenas no cinema que estão os mortos vivos. Há muito mais zumbis entre os segmentos desta sociedade do que supõe a nossa vã filosofia.

    Um abraço,
    Guedes

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Não sou o "dono da verdade", portanto, estarei sempre disposto a ouvi-lo(a)...