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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A Sensibilidade





Não é só uma impressão, as pessoas de fato estão cada vez mais insensíveis. E ao que parece, é comum ter conhecimento disto, isto é, este sentimento não recebe a devida importância que merece.


Sensível é aquele que sente, e a partir do momento que sentimos as coisas somos pessoas além de sensíveis somos pessoas vivas, que sentem as emoções como o amor pelo próximo, perturbação com as coisas dignas de se perturbar, aversão as coisas que são horripilantes e etc.


Por outro lado, as pessoas de acordo com que crescem vão perdendo paulatinamente este fundamental sentimento, e vão se tornando pessoas grosseiras, maldosas, agressivas, enfim, se tornam pessoas sem sentimentos. Aquele que fere os sentimentos do outros, não têm sentimentos.


A sensibilidade é muito mais do que chorar ao assistir um filme, a sensibilidade é uma chama interna que cada indivíduo possui em si, e que se ele permitir que ela se apague ele deixará de ter sensibilidade.


Então, uma das causas dos maus que estão muito evidentes nas pessoas é a falta de sensibilidade, o que geralmente nos sensibiliza na infância não vai nos sensibilizar no fase adulta, e isto é um erro. Não quero dizer que devamos voltar a chorar pelos meros arranhões que sofríamos enquanto brincávamos, mas que não nos habituemos com o mal. O que acontece com a fase adulta é que vivemos um certo período de vida, e que a partir deste tiramos conclusões de que é absolutamente normal olhar para um necessitado e não se sensibilizar, isto é, não sentir nada.


A ausência de sensibilidade é como uma doença que petrifica o coração, é como rasgar a pele de uma pessoa e ela não sentir nada, e que hoje em dia as pessoas estão cada vez menos sensíveis às coisas, um sujeito é capaz até de rir de alguém que precisa de ajuda. 


O derramamento de lágrimas é algo raríssimo, é triste saber que para pelo menos lamentarem a morte de alguém é preciso conhecer a pessoa, ser amiga ou até familiar, caso não seja sentamos à mesa logo após a notícia e comemos até nos empanturrar.

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