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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A Inteligência





A inteligência já foi considerada mais importante como fator providencial para se honorificar um indivíduo, tendo-se em vista o seu quociente de inteligência, o QI que ele dispunha.


Hoje não é mais assim, características como a beleza exterior chega a ser mais valorizada. Enfim, é bom enfatizar aquela velha conhecida história de que todos nós somos seres inteligentes, pois nascemos animais racionais, mas o que difere essa inteligência é a sua utilização, enquanto há os que usam bastante da capacidade cerebral, há outros que não estão muito preocupados com isto. Porém, mesmo os mais utilizadores da saudosa capacidade humana de racionar, têm lá suas deficiências no que diz respeito a própria utilização, afinal dizem que o homem de raciocínio mediano só utiliza míseros 3% da capacidade total dele. Então, eu fico imaginando como seria o ser humano que conseguisse usar não digo totalmente sua capacidade cerebral, mas pelo menos 50% dela.


Também não podemos baralhar a inteligência com a sabedoria, elas são coisas semelhantes, porém se repelem, pelo lado da inteligência temos toda a intelectualidade humana, com seus atributos científicos, exatos e por outro lado está a sabedoria que representa a mente do ser humano, que o faz viver melhor, dando-lhe sentido à sua vida. Então juntas estas duas características são infalíveis, mas tem de ser juntas. O ser humano tem de ser suficientemente inteligente para procurar por sabedoria e tem de ser suficientemente sábio para procurar por inteligência.


A inteligência é uma ferramenta como qualquer outra, logo ela pode ser utilizada para o bem ou para o mal. Então é aí que mora o perigo, em textos passados já falei sobre isso, não significa que um sujeito inteligente seja bom.


Está comprovado mais do que nunca que o homem é tão inteligente e tão estúpido ao mesmo tempo. Ele cria o automóvel para se locomover, mas polui a natureza ao usá-lo.


Mais uma vez o homem tem em suas mão o poder de escolha, ou seja, ele pode optar por usar sua inteligência voraz ou por sua inteligência sábia.

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