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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A Neutralidade





Bem, me refiro a neutralidade no sentido do sujeito que não pertence à nenhum lado, nenhum credo, isto é, não ficar estagnado numa mesma posição, ao contrário é aquele que está disposto a caminhar rumo à novas trilhas, explorar o ainda inexplorado. E eu sou um indivíduo assim, um indivíduo de mente aberta.


O único princípio que tomo como partido é a neutralidade, pois ao ser um indivíduo neutro, fico propício a enxergar sempre um novo mundo. Enquanto a estagnação das doutrinas do homem nos prende as mesmas ideias até o fim de nossa vida, impedindo que conheçamos as verdades, estes são os indivíduos de mentes fechadas.


Esta neutralidade ajuda num melhor entendimento das coisas, nos torna mais tolerantes, ser neutro é saber entender.


É muito simples! Basta que abramos nossas mentes, para isto é preciso que larguemos as crenças comuns, passe a se perguntar por que que está fazendo isso ou aquilo! 


Agora, chegamos aos exemplos de neutralidade, por experiência própria posso lhes dizer que com a minha neutralidade eu escolhi a existência de Deus, fato que geralmente é imposto pelas religiões, sendo que eu nunca pertenci a nenhuma delas, nem se quer acredito totalmente nas histórias bíblicas, pois além de serem muitas vezes absurdas, já foram rebatidas pela ciência. Porém, com a mesma neutralidade que possuo estou disposto a ouvir e a entender aos que acreditam nestas histórias, assim como ouço os que não acreditam em um Deus, tudo isto afim de entender melhor as opiniões diferentes, de forma saudável, debatendo as ideias.


Portanto na neutralidade não existem lados, perceba que no exemplo eu escolhi uma crença em um Deus, independente dela ser comprovada ou não, eu pude escolher porque só esta neutralidade me fornece liberdade hábil para eu ser o que sou. Então, jamais devemos pertencer à um lado, afinal não temos lados nenhum. Representar um lado é o mesmo que se responsabilizar por este lado, logo representar algo que não temos o total controle é um equívoco, certamente que um dia viremos a falhar.


Enfim, eu utilizo da minha neutralidade a todo momento, pois ela me priva de preconceitos em geral que são adquiridos precisamente junto às diversas faces que procuramos representar.


Feliz é o indivíduo que escolhe ser neutro para todas as coisas, desta forma em vez dele ficar preso ao solo, ele poderá escalar montanhas.

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Não sou o "dono da verdade", portanto, estarei sempre disposto a ouvi-lo(a)...