Só falta você!

domingo, 20 de novembro de 2011

Dando Margem ao Erro



Para que o erro possa acontecer deve haver antes uma oportunidade para que ele ocorra. Um fator preponderante para gerar erros é a inconsistência de um determinado plano.


Bem, a polícia é o modelo perfeito disto. Nela, acontece que os militares desde sua formação passam por um regimento questionável, como a não aceitação de gays e muito pior às vezes quando ao invés de ensiná-los os "superiores" abusam exatamente desta que os tornam superiores, e aspirantes acabam por exemplo sendo amarrados e colocados encima de armários feito troféu. Enfim, todo tipo de barbaridade no que diz respeito a tortura é criação própria de militares.


Não quero generalizar aqui dizendo que todos os militares são abusadores, nem ao menos sei dizer se são maioria, mas é fato que está incorporado ao militarismo o abuso que vão desde agressões até tortura. Isto ocorre porque a opressão é parte representante do militarismo, isto é, sem repressão, sem ao menos um resquício dela não há imponência. Imponência da qual é o manto necessário para que se possa haver um "respeito maior" para com os militares.


Também sei entender que os militares são importantes, porém o que está principalmente errado nos militares que conhecemos é que além da má formação, eles são utilizados em meios incompatíveis à eles, ou seja, um ambiente mais civilizado como as cidades já pode ser considerado incompatível, porque a estrutura da cidade não se adapta com tanques de guerra, caminhões blindados e etc. Quer dizer, pense comigo - Imagine por exemplo um tanque de guerra aguardando a abertura do semáforo, ou então soldados marchando pelas ruas até correndo perigo de serem atropelados. 


Então, com tudo isso quero expor o seguinte: na atual situação que se encontra o mundo, ou seja, globalizado, cheios de fronteiras, isto é um ninho de interesses dos maus políticos, que exatamente por serem além de incompetentes são desumanos, o que pode ser uma ameça futura a qualquer país. Então, exércitos infelizmente precisam existir, pois o exército é o elemento de defesa de uma nação, é desta forma que este deve ser aplicado, esta é a forma correta de usá-lo, mas não contra a sua própria nação como nas ruas contra os civis. O princípio é que um exército só pode ser usado contra um outro exército e em campo de batalha e não nas cidades.


Por fim, defendo a ideia de que não precisamos de polícia nas ruas, muito menos militares, pois não é isto que resolve os problemas, mas precisamos ir direto à causa dos problemas que hoje geram a necessidade de polícia. O que gera a necessidade de polícia? Um exemplo bem clássico seria para prender o bandido. Porém deveríamos reaver a origem do problema, que no caso é por que existem bandidos? Será um hobby? Os bandidos apreciam o fato de roubar? Claro que não! Ocorre que o sistema está equivocado! Isto é, o capitalismo é a origem do problema referido, portanto é ele que deve ser combatido. Experimente imaginar uma país em que todos tenham educação de qualidade e emprego de qualidade. Consequentemente neste país não haveria bandidos, pois ninguém com uma boa educação e um bom emprego se arriscaria roubando alguém.


Concluindo, não é a polícia que solucionará os problemas sociais, não havendo necessidade de existência de polícia, pois se ela existir alguns problemas serão resolvidos, e por outro lado outros serão gerados, isto é, a polícia representa uma margem para o erro. Bem como, o exército nas ruas e etc.

Seja o primeiro a comentar!

Postar um comentário

Não sou o "dono da verdade", portanto, estarei sempre disposto a ouvi-lo(a)...