Só falta você!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Direita, esquerda, centro e afins...





Direita, esquerda, centro, ultra-direta... Falando assim parece até que o tema política é algo demasiado complexo, mas não é verdade.


Quando ouço falarem os tais termos, só confirmo que seja por mera jactância, característica praticada puramente por indivíduos que gostam de fazerem-se misteriosos.


Tão logo, a questão política não trata de ser de "direita" ou "esquerda", essas nomenclaturas são cunhadas geralmente pelas imprensas, e que findam em confusão para a cabeça do  sujeito que é apolítico e desviam o assunto, este sim pertinente.


Falando em "apolítico", outro termo que serve de vertente para esta, é precisamente sua significação antônima a palavrinha: "politizado".


Veja, o "politizado" é um termo sobretudo torpe, pois denota tamanho preconceito para com a política, quem nunca ouviu um indivíduo encher os pulmões e dizer: "Eu não sou politizado". Quer dizer, ao invés de exibir-se, um indivíduo desses deveria mais é envergonhar-se, afinal, como há muito atrás diria Platão: "O preço a pagar pela tua não participação na política é seres governado por quem é inferior."


Enfim, não importa se a política é de esquerda, direita... O que são realmente relevantes são suas posições e convicções políticas, ou seja, tudo aquilo que está correlacionado direta ou indiretamente com o social é considerando político, então a política não trata-se de mim ou só de você, mas sim de todos nós. 


Portanto a política é uma ferramenta, que poderia ser venturosamente definida como a "mediadora dos interesses públicos", visto que este é o único meio de solucionar os embaraços da sociedade.


Em síntese, caso você seja um apolítico, está mais do que na hora de sacudir-se, pois ela não é nenhum "monstro de sete cabeças", e sim um eficaz artifício para tratar e solucionar os problemas sociais ao qual abrange absolutamente todos as pessoas.

6 comentários:

  1. O grande problema é que costuma-se associar a politização à prática da política partidária, quando elas são, na minha opinião, quase antagônicas... Eu creio que a política e verdade é aquela que fazemos em nosso dia-a-dia através da conduta ética, das nossas escolhas e da consciência de que cada um dos nossos atos geram consequências ainda que seja em pequena escala...

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  2. Eu assumo minha ignorância, já afirmei em meu blogue que não sou politizado. Política pra mim é tão utópica, demorei a tirar o título de eleitor porque não acredito que isto vá "fazer valer meus direitos" porque não acredito que qualquer pessoa eleita vá se importar muito com isto. A maioria sobe lá para enriquecer, nosso país é uma corrupção só, eu não acredito na democracia.
    Resumindo, acredito talvez um pouco mais na politica do J. Bruno. Sei, para você sou um ignorante perdido. ahah. Mas não posso fingir o que não sou.

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  3. Oi querido,

    Tudo bem? Excelente a reflexão! Hoje o conceito de política é utópico e foge dos princípios gregos. Acredito na política que transforma e não a que corrompe.Então hoje independe de facção, pois virou remédio genérico.


    Beijos,

    Lu

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  4. Saudações Brother!
    Há quanto tempo, não? rs
    Parabéns pelo texto! Devo confessar que não voto (pratico o voto nulo) há quase uma década! Eu praticava (pratico) a vida política do amigo J. Bruno, a política na minha vida e na vida daqueles os quais posso alcançar, mas não acreditava na política dos gabinetes. Atualmente venho tentando mudar minha postura, para evitar não ser governado pelo meu inferior, mas está difícil. Minha inclinação à "apolitização" ainda é muito forte! rs
    Até mais!

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  5. Olá!

    Vi pelo comentário/post que vc deixou no blog do Christian, fiquei curiosa e vim ver o texto, na minha triste opinião, politica tem haver com os negócios da polis, da cidade, então concorda amplamente quando vocês diz: "tudo aquilo que está correlacionado direta ou indiretamente com o social é considerando político, então a política não trata-se de mim ou só de você, mas sim de todos nós."

    E sim, o Christian diz que não sabe ou não entende de politica, mas essa semana mesmo li em um dos texto literários dele uma posição sobre o machismo que me pareceu muito politica, com a qual aliás concordei... A questão é começarmos a abrir nossos horizontes e perceber que politica vai além do que ocorre em Brasilia!

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  6. Oi Anselmo! Valeu pelo carinho, precisamos bater papo qualquer dia desses, filosofar um pouco rsrs

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Não sou o "dono da verdade", portanto, estarei sempre disposto a ouvi-lo(a)...