Só falta você!

sexta-feira, 30 de março de 2012

A Semana de 8 Dias





Não seria muito melhor se dispuséssemos de mais um dia na semana? Ainda mais se este dia fosse livre, enfim, se isto fosse possível, o que você faria com um dia a mais?


É óbvio que o tempo é relativo, quer dizer, para o tempo de vida tanto faz quantos dias possui a semana, já que cada dia dura as mesmas 24 horas. Portanto, a vantagem de uma semana com 8 dias não consiste em viver mais, mas sim em organizar uma nova forma de dividir o tempo.


Bem, se a semana tivesse um dia a mais eu com certeza o usaria para fazer as coisas que normalmente não dão tempo pra fazer em apenas sete.


Eu possuo uma mente disciplinada, isto é, eu gosto de manter as coisas mais organizadas, logo eu procuro preparar cada tarefa de acordo com os dias semanais, bem como suas respectivas margens de tempo para serem executadas, então a partir disso, com um dia a mais antes da segunda-feira, ou entre o sábado e o domingo, eu inventaria alguma coisa para ocupá-lo da melhor maneira possível, e que fosse ao máximo possível distante daquilo que mais repito nos demais dias.


Muito embora eu mental e previamente separe os ofícios dos meus dias, eu não gosto de viver uma rotina feito um robô, pois eu apenas faço isso exatamente para otimizar ao máximo o meu tempo, a fim de aproveita-lo completamente sem permitir que se formem lacunas de tempo vão.


Ah o tempo... Ele é algo que uma vez perdido jamais será recuperado, até porque a sua função é intrinsecamente rígida, e é isto que o torna tão inflexível. Não podemos nos dar ao luxo de negligenciar o tempo, e sim devemos sempre lembrar que nós podemos esquecer do tempo, mas ele não se esquece de nós, ele não perdoa.


De volta a realidade, digo, aos sete dias semanais, o que importa é que cada dia, hora e até minutos que tivermos de vida, eles tem de ser otimizados, vividos intensamente como se fossem os últimos, isso nos obrigará a não relaxar.


É mesmo como da Vinci dizia que o "dormir" é uma perda de tempo, porém eu entendo que dormir é também uma necessidade humana, enfim, para recompormos nossas energias é claro. Então, até dormir nos custa um tempo considerável ao longo de nossa vida, tão logo pode também ser considerado um ócio, salvo que pelo menos este é uma necessidade, mas agora perder tempo com coisas desnecessárias, ou ainda com o ócio que seja fora do adormecer, é o cúmulo do desperdício.

sexta-feira, 23 de março de 2012

O Fazedor de Médias





Quem faz a popular "média" é sobretudo um indivíduo hipócrita, um sujeito que nem se quer  possui os escrúpulos necessários para chegar a traí-los, enfim, um mal caráter.


O principal problema da média é que ela é algo tão falso quanto os que habilidosamente as praticam, podendo ser comparada até à uma nota de quinze reais.


Os fazedores de médias são perceptíveis, afinal eles detém consigo os excessos em suas falas, bem como em suas atitudes. Perante a um elemento desses, temos de saber releva-lo, e isso é possível bastando não se deixar seduzir pela chamativa feição que lhe acostuma acompanhar. Pois, entregar-se e aceitar a falsidade como algo normal, também o torna um pérfido. Os que se habituam a receber tantas médias com felicitação, passam para o passo seguinte, que é ceder médias, neste passo o indivíduo já pode ser considerado um completo fazedor de médias.


Particularmente não permito sofrer médias, ou seja, eu não me rendo aos elogios pomposos, pois esta característica é vil, por mais que este seja elogioso não vale a pena, exatamente por ser mentiroso. Faço lembrar que os mesmos que hoje, naquele curto momento, sorriem na sua frente e em acrescento falam perfeitamente bem de você, amanhã estes mesmos os difamará pelas suas costas.


É mesmo como dizem: "Os verdadeiros amigos são aqueles que falam mal de você na sua presença, e quando na sua ausência te defendem."


Não quero dizer que devemos nos esquecer dos elogios e lembrar somente dos defeitos das pessoas, muito pelo contrário o elogio é de uma importância fundamental para a saudável manutenção de todos os tipos de relações. Ressalvo ainda que todos os indivíduos dispõem de seu lado ruim e bom, isto é, em paralelo às imperfeições que são intrínsecas aos seres humanos, estão as nossas virtudes que diferente do primeiro não são intrínsecas, nós é que as adquirimos ao longo de nossa vida. Logo, independente de qualquer um, somos livres para optar por repassarmos através de exemplos as boas lições que aprendemos.


Em suma, a mensagem final soa em tom de alerta não só para termos cuidado com os chamados fazedores de médias, mas que tomemos muito mais cuidado para não sermos como estes desprezíveis fazedores de média.

quinta-feira, 15 de março de 2012

O Pequeno Príncipe da Vez





E não é que agora tem um príncipe por aqui?! Pois é, temos de aguentar um certo cara inglês, que no seu respectivo país é considerado um "príncipe", e o problema reside exatamente nisso! Uma vez que este sujeito é lá ovacionado feito príncipe, onde as pessoas são coniventes com este sistema, enfim, até aí trata-se de uma questão que só elas podem resolver ou não. Mas eu não sou capaz de entender o que faz dos outros países alheios a esta forma, trata-lo como o príncipe que ele é apenas em seu país de origem.


Bem, o sujeito pintou por aqui, e baseado nas estórias cinematográficas e literárias, os príncipes exercem um papel pomposo, onde este é retratado como um bravo herói que salva o seu povo, e nos fins geralmente felizes, estes mesmos príncipes acabam casando-se com a mais bela moça da estória, e finalmente o príncipe é promovido a rei, fim. Perfeito não?


Sim, é um personagem e estória perfeita, porém sinto dizer que o mundo não funciona desta maneira, é por isso que distinguimos estória de história, isto é, ao passo que a estória é uma mera ficção, a história é necessariamente baseada em fatos reais, e nosso mundo é real!


Então, eu até compreendo os jovens, particularmente as jovens moças que se iludem através destas estorinhas, imaginando casar-se com um príncipe a fim de tornarem-se princesas. Por outro lado eu não compreendo que a mídia, e boa parte das pessoas adultas vivam esta estória, é incrível! Existem pessoas que embora sejam adultas e profissionais como as da imprensa, acabam cobrindo e prestando a mesma ovação a estes indivíduos chamados "príncipes". Logo, a imprensa age assim como as adolescentes que sonham um dia em casar-se com um príncipe, ou seja, até a própria imprensa é infantil. É ridículo ver uma pessoa em sua sã fase adulta idolatrar príncipes, e pior ainda é quando estes são de outros países completamente diferentes.


A mesma imprensa cega pelo desejo de aclamar um príncipe, omite a informação de que este "playboy" que por acaso hoje passa as suas férias ilimitadas no Brasil, não pode pisar na Argentina, tendo-se em vista o confronto deste país com a Inglaterra pelo que é chamado de Ilhas Malvinas pelos argentinos, e que é chamada de Falklands pelos ingleses. Este conflito gerou várias mortes, sendo a maioria delas de argentinos, e por isso ele não se atreveria a visitar Buenos Aires por exemplo.


Os mesmos adultos em vez de idolatrar deveriam ensinar aos mais jovens que os príncipes das estórias não existem! O que realmente existe são pessoas que sentem a necessidade de submeter-se a um indivíduo que é chamado de príncipe. 


Não precisamos de príncipes e nem mesmo de reis, o que precisamos para nossas vidas é tentar sermos melhores a cada dia, visando melhorias não somente pessoais, mas também coletivas. Isso de fato pode existir, não príncipes preocupados em salvar o mundo, até porque eles nem são capazes de fazer isso sozinho.

sábado, 10 de março de 2012

O Que Eu Quero Não Tem Nome





Eu não sei dizer exatamente, em palavras claras e objetivas o que quero! Mas uma coisa eu sei; eu quero algo! Embora não possua um nome.

Talvez, está dúvida paire sobre minha cabeça devido aos meus desejos serem muitos e imensos. O fato é que é impossível definir o meu querer em uma palavra. E se isso já está indecifrável para mim, certamente isso justificará a incompreensibilidade do mundo em relação a mim. Pois então, dou seguimento e puxo as rédeas deste escrito para ver se até o seu fim chego a alguma conclusão, como de costume... 

Seria o cúmulo entre os clichês querer a "paz mundial", mas é disso que o mundo precisa mais, indubitavelmente. Logo, isto tornou-se um clichê porque ele não é de hoje, ou seja, há muitos que o mundo atravessa crises de violência dos mais variados tipos, níveis e infelizmente não posso mais dizer que são inimagináveis. Deus que nos livre!

Bom, mas ainda é algo mais do que a tal "paz mundial" o que quero. O meu anônimo desejo também não é viver num mundo perfeito, porém é viver em mundo melhor, o que os pessimistas chamam de utopia, e os realistas chamam de superior. Já pensou em ser livre? Estou falando de ser livre de verdade! Isto é, ir para onde quiser e quando quiser! Não é tão difícil assim, basta que todos pensemos feito os semelhantes que somos.

Com certeza a liberdade é a maior regalia da natureza. Quiçá, o meu maior e anônimo desejo seja ser livre de verdade. Não trata-se de querer isolar-se do mundo, mas este mundo age da forma dele próprio e temos de nos submeter ao seu comando, e tudo isso nos bloqueia, prende-nos, e acabamos vivendo uma vida limitada à nossa real natureza. Aqui, nossa liberdade é tão insignificante que não podemos se quer ser o que queremos, porque o mundo nos diz : Não! Você não pode!

Por fim, acredito que a conclusão que gostaria de alcançar era essa: Demonstrar a mim e a todos o que não temos e merecíamos ter de verdade, sem hipocrisia.

domingo, 4 de março de 2012

Algumas Lições Importantes que Aprendi





Pois é meus amigos, é certo que ainda não vivi muito, porém em crônicas passadas eu até cheguei a escrever sobre o assunto, que se eu não me engano foi um texto chamado "A Idade é um Estado de Espírito", e é bem isso! Basta que analisemos cada pessoa, mesmo dadas as complexidades do ser humano, entretanto uma coisa prevalece como fator evidencial, que é exatamente a imaturidade ou o seu oposto presente em cada um. Por essa razão que encontramos pessoas de mesmas idades, mas que são muito diferentes no que diz respeito ao ponderado, isto é, ao amadurecimento.


Bem, entre esses dois eu me enquadro no lado dos mais maduros, pois fui capaz de desenvolver meu espírito de tal maneira que sucumbiu a minha imaturidade, mas também não posso afirmar que sou experiente em qualquer coisa, mas de fato sou apto para tomar decisões importantes, visto que tenho um caráter prudente.


Bom, esta crônica não devia tomar esta finalidade, então vamos ao que eu aprendi de importante...


Nesta vida eu aprendi que viver é produzir algo que seja relevante não só para nós, mas para o máximo de pessoas possíveis. Falando nisso, aprendi também que nem sempre é possível agradar a todos, nem sempre!


Aprendi que o sentido da vida é amar e transmitir este sentimento a todos. Abandonando um pouco o discurso um tanto quanto meloso, eu tive de aprender que absolutamente nada é perfeito! 


Outra lição importante que gostaria de citar é que todos os problemas têm suas causas, bem como suas soluções. 


De modo geral eu não costumo concordar com os ditos populares, mas aquele que diz: "Antes sozinho do que mal acompanhado", é verdadeiro!


Ensinar é a melhor forma de se aprender que existe.


Eu aprendi que não se deve desistir na primeira vez, nem na segunda e assim por diante, se queremos algo nunca devemos nos render as decepções, porém não adianta você insistir em tentar mudar o mundo sozinho, pois sozinho você não chegará a lugar nenhum. 


Infelizmente, jamais podemos pensar que estamos em um mundo tranquilo, portanto esteja preparado para enfrentar os maus, porque além de existirem muitos idiotas, não obstante existem pessoas más aos montes, cujas maldades são indescritíveis. 


Sem esquecer que a ignorância é a origem de toda forma de preconceito e submissão entre as pessoas. 


O fanatismo é uma doença séria! 


O poder está nas mãos do povo, porém ele não toma consciência disso. 


E uma das lições mais valiosas que aprendi é que é universal todas as faculdades dos humanos, logo devemos pensar e encarar o mundo de igual para igual com qualquer um, seja ele o rei de um colossal império, o que vai importar realmente é o nosso caráter, isso que faz uma pessoa melhor do que a outra.


Enfim, eu aprendi que o egoísmo é o maior de todos males, visto que por ele as pessoas corrompem-se, omitem-se e matam. É óbvio que não descrevi todas as lições importantes que aprendi até o momento, até porque são muitas, mas as que aqui estão já são boas o suficientes, talvez eu ainda escreva "Algumas Outras Lições Importantes que Aprendi". E aproveitando o ensejo gostaria de finalizar com uma última lição: o homem nunca saberá de tudo!