Só falta você!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

O Fanatismo



O fanatismo é uma doença muito grave. Originada pela ignorância, ela pode levar o indivíduo ao pior grau de cegueira.


Bem, podemos citar três das principais vertentes do fanatismo, sendo elas: a religiosa, a desportiva, e a patriótica.


Talvez o fanatismo religioso seja o mais claro de todos, visto que existem muitos religiosos pelo mundo, e em toda parte eles são extremamente inflexíveis para com os questionamentos quanto à sua religião, e ainda mais preocupante do que isso é a ação do fanatismo religioso no mundo árabe, onde existe o chamado "Jihad" que, por sua vez, é um conceito islâmico que literalmente significa "empenho" e não "Guerra Santa" como assim chamam as mídias. Ou seja, compreende-se que o Jihad é uma luta pessoal, onde o indivíduo busca a "fé perfeita", porém esta crença excessiva, faz com que as pessoas explodam-se em locais públicos, matando inocentes em nome de uma religião.


Já quanto ao esporte, temos uma outra forma de fanatismo. Neste caso, os extremos praticados pelos fanáticos coincidem com a religião em violência, mas ainda não em número, pois as religiões ainda matam mais do que as torcidas rivais enfrentando-se. 


Todavia, analisando a nível nacional, é evidente que a crença religiosa no Brasil não é tão mortal quanto a árabe, logo o maior prejuízo que o fanatismo religioso pode acarretar num país como o nosso é a alienação das pessoas, entre outros golpes financeiros.


Resta o fanatismo patriótico que, gera nas pessoas aquele ardor por defender, vociferar o hino, ou honrar às cores de sua pátria, sendo que para este se realizar, necessita sempre de vencer alguma nação alheia à nossa própria. Lembrando que o mesmo furor das religiões e das torcidas também vale para o patriotismo.


Em suma, gostaria de encerrar com a mesma mensagem da qual me introduzi, isto é, enfatizando o quão ruim é o fanatismo, que como qualquer doença merece ser tratado.


O principal sintoma do sujeito fanático é a sua cegueira para com o que está ao seu redor, e  que o faz agir impensadamente.


Não importa qual deles seja o mais maléfico, mas sim o fato de que não devemos permitir que o fanatismo nos domine. Não exceda-se jamais, não seja fanático por nada, liberte-se do fanatismo!


Você percebeu que em todos os exemplos citados de fanatismo, havia algo unânime entre eles? É a violência, pois ele em todas as suas diretrizes é o fundamental causador de toda separação e hostilidade no mundo.
    

domingo, 22 de abril de 2012

Deixando de ser você mesmo



Que as relações humanas são demasiado complicadas é verdade. Inclusive eu já até escrevi um pouquinho acerca disso, mas como foi só um pouco, cá estou eu para tratar novamente deste assunto.

Pois bem, sempre paralelo às relações humanas está o comportamento, nossa postura diante da sociedade que nos cerca. 


É nítido que alteramos nossa conduta conforme a sociedade à qual estamos inseridos. Ela é quem rege as leis morais e por existirem muitas, há tantas diferentes culturas pelo mundo todo.


Todavia, não é possível condenar uma sociedade, nem mesmo comparar uma com outra, mas é possível medir até onde a sociedade pode nos afetar.


A sociedade como qualquer outra coisa possui lados positivos e em contrapartida as suas faces negativas. Pois a mesma é composta por indivíduos imperfeitos que a fazem da mesma maneira que são, ou seja, com falhas.


Portanto, o ponto que gostaria finalmente de alcançar é precisamente acerca do atingimento que a sociedade exerce em nossas vidas. Isto é, a sociedade é muito poderosa, visto que é constituída nada menos do que por uma massa de pessoas, tornando-a dura de se enfrentar. Logo, quando um determinado corpo social segue uma cultura, as mudanças feitas neste, significam sacrifícios.


O fato é que desde quando nascemos, estamos sujeitos às modificações impostas pela sociedade de nosso tempo, com elas abarcamos os pontos ruins e bons que antes mencionei, mas o que pretendo é chamar a atenção para os limites dos quais a sociedade não pode passar.


Quer dizer que nem sempre somos obrigados a convir e muito menos a aceitar o que nossa comunidade nos interpõe. Um dos principais males da sociedade é exatamente este; a sua opressão.


Independente dela ser grandiosa, não devemos permitir que os seus equívocos domine nossas mentes e façam de nós mais uma geração social de reacionários.


De tão intensa que é, a sociedade na maioria das vezes controla nossas atitudes que elas definem como aceitáveis e inaceitáveis. Sendo que pra ela é aceitável interferir em nossas preferências pessoais.


Em suma, a sociedade a princípio nos recebe de nossas maneiras intrínsecas de ser, porém se nos descuidarmos, em seguida disso ela nos transformará na sua própria forma de ser, isto é, ela nos corromperá, fazendo de nós indivíduos todos iguais de acordo com os seus parâmetros.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Deus e Jesus Cristo





Bem, há um certo tempo venho observando essa relação de Deus para com Jesus. E vejo que muitas pessoas confundem uma coisa com outra que, na real não tem nada a ver.


Antes de mais nada é preciso distinguir primeiro Deus de Jesus Cristo, pois pelo visto, as pessoas se perdem ao atribuir um acontecimento inexplicável pela ciência, ou seja, o milagre. Ou até mesmo ao venerar um ser superior. Todavia, entende-se Deus como um ser onipotente, criador de todo o universo, enquanto que Jesus é um personagem provindo do Deus segundo o cristianismo.


Logo, nada tem ver um com o outro, visto que para acreditar que Jesus realmente existiu, é necessário antes que se acredite na bíblia cristã que, por sua vez, é o "regimento" desta religião. O que significa que os não cristãos e leigos não possam crer na existência de um Deus sem que o mesmo idolatre ao personagem Jesus.


Veja meu caso; não sou cristão, abomino qualquer tipo de religião, diga-se de passagem, e tampouco chego a ser leigo em matéria de crença em Deus, tanto que sei discernir uma coisa da outra, e por essa razão eu nem sequer cito o nome Jesus em minhas orações, pois não acredito que este tenha existido, sobretudo não creio no cristianismo em si.


Então, existem vários caráteres diferentes por aí, tem uns que apesar de não seguirem religião alguma, clamam a Jesus, quer dizer: o sujeito acaba acreditando simplesmente porque uma parte da região em que vive também acredita. Isto é, além de leigo, este pode ser chamado de indivíduo do senso comum, ou seja, não se capacita a questionar e analisar as coisas que o cercam.


O fato é que todas as bíblias bem como as suas religiões, possuem suas contradições e estupidez, não obstante, criaram o cristianismo, cujo protagonista é Jesus Cristo, por isso o nome "cristianismo", de cristo.


Enfim, o cristianismo foi capaz de colocar Jesus à frente de Deus nesta determinada religião, dessa forma, por vezes recebemos destes um "Jesus te ama" ao invés do que seria um "Deus te ama".


Ou seja, as pessoas se perderam completamente, e já não sabem mais quem é Deus e quem é Jesus, sucedeu-se que mistura-se comumente já como jargão o nome "Jesus", independente de esta ser seguidora do cristianismo. 


Exatamente por você crer em Deus, entretanto, não pertencer a nenhuma religião, que você não deve idolatrar a Jesus, até porque Jesus só existe para os cristãos. Do mesmo modo que os islamitas, ou seja, praticantes do islã, idolatram a Maomé. Quer dizer: no islã a personalidade idolatrada é Maomé. E já que você não é cristão e nem islamita, você não deve crer em ambos personagens, peculiares a cada dogma. Portanto, desapegue!


Esta breve explicação serve de alerta para você, caso não seja um cristão e mesmo assim sai por aí dando graças a Jesus, pensando estar cumprindo com os devidos agradecimentos divinos, mas que na verdade não faz sentido para quem não é cristão. Preste suas devidas gratidões a Deus.


Lembro ainda que se você não tem religião, continue assim, pois ela só irá torna-lo ignorante, como a princípio disse, um indivíduo do senso comum. 

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Direita, esquerda, centro e afins...





Direita, esquerda, centro, ultra-direta... Falando assim parece até que o tema política é algo demasiado complexo, mas não é verdade.


Quando ouço falarem os tais termos, só confirmo que seja por mera jactância, característica praticada puramente por indivíduos que gostam de fazerem-se misteriosos.


Tão logo, a questão política não trata de ser de "direita" ou "esquerda", essas nomenclaturas são cunhadas geralmente pelas imprensas, e que findam em confusão para a cabeça do  sujeito que é apolítico e desviam o assunto, este sim pertinente.


Falando em "apolítico", outro termo que serve de vertente para esta, é precisamente sua significação antônima a palavrinha: "politizado".


Veja, o "politizado" é um termo sobretudo torpe, pois denota tamanho preconceito para com a política, quem nunca ouviu um indivíduo encher os pulmões e dizer: "Eu não sou politizado". Quer dizer, ao invés de exibir-se, um indivíduo desses deveria mais é envergonhar-se, afinal, como há muito atrás diria Platão: "O preço a pagar pela tua não participação na política é seres governado por quem é inferior."


Enfim, não importa se a política é de esquerda, direita... O que são realmente relevantes são suas posições e convicções políticas, ou seja, tudo aquilo que está correlacionado direta ou indiretamente com o social é considerando político, então a política não trata-se de mim ou só de você, mas sim de todos nós. 


Portanto a política é uma ferramenta, que poderia ser venturosamente definida como a "mediadora dos interesses públicos", visto que este é o único meio de solucionar os embaraços da sociedade.


Em síntese, caso você seja um apolítico, está mais do que na hora de sacudir-se, pois ela não é nenhum "monstro de sete cabeças", e sim um eficaz artifício para tratar e solucionar os problemas sociais ao qual abrange absolutamente todos as pessoas.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A Velhice





A minha relação para com a velhice é ainda longínqua, mas é precisamente isso que me incita, isto é, o futuro em si, aquela fatídica questão: como serei quando velho?


Inquietamente, por vezes me encontro analisando os envelhecidos, e atento, reparo desde os seus trejeitos até os seus correspondentes modos de pensar mais comuns. Infelizmente, às vezes me decepciono porque vejo pessoas que envelheceram e junto com isso, elas simplesmente pararam no tempo, esses são os piores velhos, ou seja, as pessoas que ficam velhas e deixam de "atualizarem-se" quanto às transformações, que por sua vez, são inerentes à vida, isto é, o mau e velho preconceito é uma estagnação mental. É preferível morrer jovem à ser um velho preconceituoso pelos restos de seus anos de vida. 


Enfim, é óbvio que cada pessoa tem a sua personalidade, e não tenho o direito de prejulgar todos os idosos com base somente em algumas experiências que testemunho, mas eu ainda posso imaginar que velho eu não quero ser, ou melhor, se eu chegar a velhice, eu sei que quero estar tão vivo quanto estou hoje.


Daí a razão pela qual se torna tão interessante escrever ou discutir sobre esta "velhice", enquanto ainda somos jovens, e que a princípio estamos todos destinados vivê-la, seja por pouco ou muito tempo.


É bem verdade que cada etapa da vida requer o seu desgaste, tanto físico como mental, porém quando jovem me parece que esse desgaste é quase que insignificante, bastando apenas uma noite para que se recupere, sendo que o mesmo para o sujeito com mais idade, representa maior encargo.


Com certeza, um dos maiores desafios com que o idoso se depara é o sofrimento físico, seja pelas dores que à esta altura são mais evidentes, ou mesmo pela estética, onde as rugas são mais evidentes. E em casos mais graves, desencadeiam-se os surgimentos de doenças.


Eu não combino com o velho sentado à cadeira de balanço, que descansa durante o dia para no período noturno descansar novamente. Muito menos com o velho chato, que de tão ranzinza que é, ninguém aguenta!


Se for pra ser um idoso desses, eu prefiro não chegar lá. É como mesmo disse; eu quero ser um velho vívido, embora eu tenha absoluta consciência de que perderei e ganharei algumas coisas de acordo com o avanço da idade, tais como: velocidade de raciocínio, lapso de memória e etc. Porém, eu só me considerarei e terei vontade de viver enquanto eu me der por gente, ou seja, puder decidir por mim mesmo, pois com isso terei poder suficiente para tomar decisões das mais simples até as mais complexas.


Quando se fala em velhice, também é interessante fazer menção à relação que equivocadamente pensam existir quanto ao número de anos vividos como algo positivo no que diz respeito à vida como o seu intrínseco objetivo, quero dizer, não importa a quantidade de anos vividos, mas sim como é que eles são aproveitados.


Enfim, é isso, eu não me importo até que idade viverei, desde que cada ano, mês, semana, ou dia de vida seja marcante.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Quanto ao "Meme Conheça o Blogueiro"

Finalmente estou aqui para responder à este meme, aliás, à dois memes num post só, pois fui indicado primeiramente pela Joicy do http://umaseoutrasjoicy.blogspot.com.br/, e depois pelo Jacques do http://relativaseriedade.blogspot.com.br. 

Gostaria de agradecer pela consideração dos dois em relação ao meu blog, fico muito contente que tenham lembrado de mim, valeu!

É com muita satisfação e honra que se segue o meme:

1 - Quando surgiu a ideia de criar seu blog?
Bem, eu passei a me interessar por blogs há pouco, quer dizer, a princípio eu não os lia com tanta frequência... Não entendia a blogosfera em si, exatamente pelo fato de não estar inserido nela, enfim, em meados do ano de 2011 eu passei a ler uns blogs que me motivaram a dar entrada nessa empreitada, e eu sempre me senti bem preparado para ser um bom blogueiro, isto é, escrever não só sobre acontecimentos da minha vida, mas principalmente enviar mensagens relevantes aos que me leem, foi assim que se surgiu e este é o meu objetivo ao escrever aqui; aprender a cada dia mais com vocês, e passar o que já sei.
2 - Origem do nome do blog:
O serviço do blogger permite ao usuário dar um domínio ao seu blog, que no meu caso ficou com o equivalente ao que seria: "breves crônicas", porém o seu título é diferente como podem ver: "Central das Ideias". Acredito que ambos estejam coadunados com o estilo deste blog, e para explicar porque não ficou com o domínio também "centraldasideias.blog...", porque esta forma já estava sendo utilizada. No mais, eu gosto dos dois, é como um nome composto sabe? João Paulo, José Carlos, logo tenho um blog com um nome, digamos, composto.
3 - Você teve/têm outros blogs além deste?
Sim, mas foi um fracasso. Acontece que trata-se de um projeto que idealizei após alguns meses dedicados ao Central das Ideias, este blog é o... Caramba qual é o nome dele?!rsrsrs. Nem me lembro mais, pois nem eu o visito mais, mas o seu link para quem quiser ver é: http://liga-revolucionaria.blogspot.com.br/. Enfim, este blog trata-se de um projeto revolucionário, que embora não tenha atraído simpatizantes, eu não desisti disso, ou seja, eu não desisti do projeto em si, bem como suas ideias, mas o blog esta aí, agora que acabo de lançar um manifesto acredito que sua repercussão será maior, mas basicamente ele não deu certo porque eu ainda não investi tempo nele, ando sem tempo pra quase nada...
4 - Já pensou em desistir de seu blog alguma vez?
Não.
5 - Mande uma mensagem aos seus seguidores.
E aí galera?! Vocês são incríveis, adoro participar de mais este universo ao qual compomos. É como uma nova sociedade, entretanto, ela é só virtual, mas pode se estender para grandes amizades reais que é sempre bom que tenhamos. E, obrigado por estarem sempre participando de minhas ações aqui, são vocês a minha fonte de inspiração para cada nova coisa que faço pelo menos aqui, meu "muito obrigado" vai para cada um de vocês. E que a nossa relação assim continue e melhore cada vez mais. Beijos e abraços!

Sobre o blogueiro: Anselmo Marinho.

Uma música: É extremamente difícil escolher uma música, tendo-se em vista de que eu adoro músicas, ouço todos os dias... Então, vou falar "Sweet Child O' Mine" do Guns N' Roses, não significando que ela seja minha música favorita entre todas as favoritas, mas com certeza ela é uma das minhas favoritas.

Um livro: O Livro Vermelho do líder chinês Mao Tsé-Tung.

Um filme: Também adoro cinema, e o mesmo que falei da música vale pra ele, então vou citar um clássico filme de 1946, cujo nome original é: "It's a Wonderful Life", traduzido como "A Felicidade Não se Compra", se eu não me engano...

Um hobby: Para mim o hobby é algo que serve para passar o tempo, logo, escrever ou ler não é um hobby pra mim, mas eu gosto de jogar videogame quando quero ficar de bobeira.

Um medo: A ignorância sem dúvida, pois ela é a responsável por levar o homem às suas piores atrocidades.

Uma mania: Sei lá, ficar mexendo no cabelo.rsrsr

Um sonho: Extinguir o capitalismo.

Não consigo viver sem... produzir algo.

Tem coleção de alguma coisa? 
Olha, involuntariamente coleciono documentos pessoais, comprovantes de pagamentos... Enfim, todas essas inutilidades ligadas à burocracia. Mas chegará o dia em que eu me livrarei dessa maldita coleção.

Gostaria de fazer alguma pergunta aos próximos participantes?

A Joicy perguntou: O que lhe chama atenção no Umas e Outras?

R: É a diversidade. Este blog funciona mais ou menos como a cabeça humana, onde muitas coisas estão misturadas, não se sabe o que pode vir pela frente, se um desabafo, se uma resenha, uma crônica... Enfim, adoro esta mistura!

Agora, o Jacques perguntou: O que vocês mais sentem falta quando estão longe de casa?

R: Do meu quarto, onde sinto que tenho refúgio.

Eis minha questão:

Caso você tivesse os poderes do "super-homem", o que você faria?...

Por fim, eu indico os seguintes blogs que muito possivelmente já participaram de algum meme, senão um igualzinho à este, desculpem-me, mas são alguns dos blog que gosto:


P.S: Nenhum blog citado deve se sentir obrigado a participar.